Além da intuição: como a biblioteca de assessment da PRO transforma suas decisões
A intuição humana é uma ferramenta poderosa, mas quando se trata de promover profissionais, reestruturar equipes ou solucionar conflitos internos, confiar apenas no “feeling” é um risco que a sua empresa não pode mais correr. Muitas organizações perdem tempo e dinheiro ao colocar talentos nas cadeiras erradas porque os seus processos de promoção e seleção são baseados em afinidade ou em percepções superficiais dos gestores.
Para que a gestão de pessoas deixe de ser subjetiva e assuma o seu verdadeiro papel como parceira de negócios, é preciso abraçar a tomada de decisão baseada em dados. Conhecer a fundo o modo como as suas pessoas pensam, reagem sob pressão e se comunicam é o que diferencia empresas que sofrem com alta rotatividade daquelas que dominam a retenção de talentos.
O risco do “achismo” corporativo
O erro mais clássico da falta de dados comportamentais é a famosa promoção equivocada: a empresa promove o seu melhor analista técnico para um cargo de liderança e, em poucos meses, ganha um péssimo chefe e perde um excelente executor.
Isso acontece porque as competências que fazem alguém brilhar tecnicamente não são as mesmas exigidas para gerenciar pessoas. Se o RH não avalia o perfil comportamental antes de realizar a movimentação,