A Síndrome do passageiro: como dar o volante da carreira para o colaborador
As avaliações do primeiro trimestre já passaram e os feedbacks foram entregues. Em muitas empresas, este é o momento em que um silêncio peculiar toma conta: o colaborador cruza os braços e espera que o RH ou o seu líder imediato tragam, de bandeja, o próximo curso, a próxima promoção ou o próximo projeto. Nós chamamos esse comportamento de Síndrome do passageiro.
O profissional com essa síndrome senta no banco do carona da própria vida corporativa. A sua frase favorita é: “a empresa não me treina”. O problema é que, em um mercado dinâmico e focado no desenvolvimento contínuo, quem não assume a direção do próprio futuro acaba ficando para trás. Como o RH estratégico pode intervir para mudar essa mentalidade e transformar passageiros em pilotos?
O perigo de terceirizar o próprio sucesso
Quando a equipe espera que a empresa faça todo o trabalho de desenvolvimento, o nível de frustração costuma ser alto. O gestor fica sobrecarregado tentando adivinhar os anseios de cada talento, e o profissional sente que a sua carreira está estagnada. Essa dinâmica paternalista é uma das maiores inimigas da retenção de talentos.
A solução não é o RH lavar as mãos,