Treinamento ou contratação? O papel do upskilling para bater as metas do ano
Com o início do segundo semestre, as metas definitivas do ano estão na mesa e os prazos começam a apertar. É neste momento que os gestores olham para as suas equipes e identificam lacunas técnicas: faltam profissionais que dominem uma nova ferramenta, que entendam de uma nova regulamentação ou que saibam operar um novo processo. A reação automática da maioria das lideranças é acionar o RH com um pedido urgente de recrutamento e seleção. Mas será que buscar fora é sempre a melhor (e mais rápida) solução?
O mercado de talentos está extremamente competitivo. Contratar do zero custa caro, leva tempo e carrega um risco altíssimo de falta de adaptação cultural. Enquanto a vaga fica aberta por meses prejudicando a operação, a verdadeira solução para bater as metas pode já estar sentada no seu escritório, precisando apenas de um bom programa de treinamento e desenvolvimento (T&D).
A armadilha de ignorar a prata da casa
Quando a empresa aposta exclusivamente em contratações externas para suprir gaps técnicos, ela transmite uma mensagem desanimadora para quem já veste a camisa: “não vale a pena crescer aqui”. É neste cenário que o conceito de upskilling (aprimoramento de habilidades na mesma área) e reskilling (requalificação para uma nova área) ganha força como a principal alavanca do desenvolvimento de pessoas.