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Contagem regressiva para a NR-01: como comprovar o compliance da sua empresa
O relógio está correndo e o mês de maio já aparece no horizonte. Para os profissionais de Recursos Humanos e Segurança do Trabalho, essa data representa o fim do prazo para os ciclos anuais de adequação às atualizações da NR-01, impulsionadas pela Lei 14.457/22 (Programa Emprega + Mulheres).
Como já abordamos anteriormente, a norma agora exige medidas claras de prevenção e combate ao assédio sexual e outras formas de violência no ambiente de trabalho, além do gerenciamento de riscos psicossociais. Mas há um detalhe que tira o sono de muitos gestores: não basta apenas fazer; é preciso comprovar que foi feito.
Se um fiscal bater na porta da sua empresa amanhã, você tem os registros organizados ou vai precisar caçar assinaturas em listas de papel? Veja como a tecnologia da PRO garante a segurança jurídica do seu negócio.
O perigo invisível da falta de evidências
No universo do compliance trabalhista, o que não está documentado, simplesmente não existe. Muitas empresas realizam palestras incríveis sobre respeito e diversidade, mas esquecem de registrar adequadamente quem participou.
Quando a fiscalização exige as evidências do treinamento periódico obrigatório,
Muito além das flores: como a tecnologia impulsiona a equidade de gênero no RH
O mês de março chegou e, com ele, os corredores das empresas se enchem de homenagens, bombons e flores para celebrar o Dia Internacional da Mulher. Essas ações de carinho são válidas e ajudam a criar um clima acolhedor. No entanto, o RH estratégico de 2026 sabe que o verdadeiro reconhecimento não vem em uma embalagem de presente, mas sim em um plano de carreira justo.
As profissionais de hoje buscam equidade salarial, oportunidades de liderança e avaliações livres de vieses inconscientes. Para entregar isso, a boa intenção não basta; é preciso ter dados. E é exatamente aí que a tecnologia se torna a maior aliada da diversidade.
O perigo da subjetividade nas promoções
Por muito tempo, as decisões sobre quem seria promovido ou quem assumiria um projeto de destaque baseavam-se na intuição ou no famoso “fit cultural” (que, muitas vezes, era apenas uma afinidade pessoal do gestor). Esse cenário subjetivo costuma prejudicar minorias e afastar mulheres de cargos de alta gestão.
Quando a empresa adota uma plataforma prática e intuitiva como a PRO, ela substitui o “eu acho” por métricas reais.
Dados como niveladores de oportunidades
Como garantir que homens e mulheres estão sendo medidos com a mesma régua?
Ouvidoria não é só para problemas: como usar a escuta para inovar
Quando você ouve a palavra “Ouvidoria”, o que vem à mente? Para a maioria dos gestores e colaboradores, a palavra remete a problemas graves: assédio, fraude, conduta antiética. E, de fato, a função primordial desse canal é proteger a integridade da empresa e das pessoas.
Porém, limitar a Ouvidoria apenas a “más notícias” é desperdiçar uma das ferramentas mais estratégicas que o RH tem nas mãos.
Em 2026, a Ouvidoria deve evoluir para ser um canal de inteligência. É o lugar onde a empresa cala para ouvir quem realmente entende da operação: o colaborador. Vamos descobrir como transformar esse canal em uma fonte de inovação com a plataforma PRO.
A evolução da “caixinha de sugestões”
Lembra daquela antiga caixa de acrílico na recepção, cheia de poeira, onde ninguém colocava nada? Ela morreu. Mas a necessidade de sugerir melhorias continua viva.
O colaborador que está no chão de fábrica ou atendendo o cliente sabe exatamente onde o processo trava. Ele sabe qual software é lento, qual formulário é inútil e como economizar recursos. Mas, muitas vezes, ele não tem coragem de falar isso para o chefe imediato.
Etarismo e diversidade geracional: sua empresa está desperdiçando a experiência?
Olhe para a sua equipa hoje. Vê apenas jovens recém-graduados ou existe uma mistura saudável de cabelos coloridos e cabelos brancos? O Brasil está a envelhecer, e a pirâmide etária está a inverter-se. No entanto, muitas empresas ainda operam com um prazo de validade invisível para os seus talentos, descartando profissionais acima de 50 anos.
O etarismo (preconceito contra a idade) é um erro silencioso que drena o capital intelectual das organizações. Enquanto o mercado procura desesperadamente por soft skills como resiliência, inteligência emocional e gestão de crise, muitas vezes ignora quem tem isso de sobra: a geração prateada.
Como o RH pode usar a tecnologia para combater esse viés e integrar gerações?
Mapeie a experiência antes que ela saia
Muitas empresas demitem funcionários seniores caros para contratar dois juniores, achando que estão a economizar. Meses depois, percebem que o conhecimento tácito (aquele que não está escrito nos manuais) foi embora, e os erros operacionais aumentam.
Utilize o módulo de Carreira e Sucessão da PRO para identificar quem são os seus talentos 50+. Onde eles estão? Que posições-chave ocupam? Quem eles podem treinar antes de se reformarem?
A arte de demitir bem: por que o “adeus” é tão importante quanto o “olá”?
Geralmente, o RH gasta muita energia e recursos para atrair e integrar novos talentos (Onboarding). Há festas, kits de boas-vindas e treinamentos. Mas e quando o ciclo se encerra? Seja por pedido do colaborador ou decisão da empresa, o momento do desligamento costuma ser tratado com frieza, burocracia e pressa.
Esse é um erro estratégico grave. A forma como uma pessoa sai da sua empresa diz mais sobre sua cultura do que a forma como ela entra. O “ex-funcionário” de hoje é o embaixador da sua marca (ou o detrator dela) amanhã.
Para garantir que o adeus seja digno, seguro e organizado, o processo de Offboarding precisa ser tão estruturado quanto a contratação.
Protegendo a marca empregadora
Vivemos na era do Glassdoor e do LinkedIn. Um profissional que se sente desrespeitado ou descartado durante a demissão não hesitará em compartilhar sua experiência negativa online. Isso afasta futuros talentos e mancha a reputação da companhia.
Por outro lado, um desligamento humanizado gera gratidão. Ao usar o módulo de Offboarding da PRO, você garante que todas as etapas sejam cumpridas com transparência, demonstrando respeito pela história daquela pessoa na organização até o último minuto.
Liderança feminina e equidade: por que começar a planejar março agora?
Fevereiro está passando rápido e, logo ali na frente, temos o 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Todos os anos, vemos o mesmo cenário: empresas correndo na última hora para comprar brindes simbólicos ou postar homenagens nas redes sociais.
Não há nada de errado em celebrar. Porém, em 2026, o mercado e as próprias colaboradoras esperam mais do que simbolismo. Elas esperam coerência.
Para que o Mês da Mulher seja realmente impactante na sua organização, o trabalho de base precisa começar agora. E a melhor forma de fazer isso é trocando o “achismo” pelos dados.
O diagnóstico vem antes da ação
Antes de lançar uma campanha sobre “Empoderamento”, que tal olhar para dentro? A plataforma PRO permite que você faça um raio-X da situação atual das mulheres na sua empresa.
Utilizando o módulo de Carreira e Sucessão, analise o seu organograma. Onde estão as mulheres? Elas ocupam 50% da força de trabalho, mas apenas 10% dos cargos de diretoria? Elas estão concentradas apenas em áreas administrativas e RH, ou também estão na Tecnologia e Operações?
Sem esse diagnóstico frio e baseado em números, qualquer ação de março pode soar superficial.
Felicidade Interna Bruta (FIB): a sigla que saiu do Butão para as reuniões de diretoria
Durante décadas, o sucesso de um país — e de uma empresa — foi medido apenas pelo PIB (Produto Interno Bruto) ou pelo Lucro Líquido. Números frios, que mostravam quanto dinheiro foi gerado, mas escondiam a que custo humano isso aconteceu.
Isso mudou. Inspirado pelo índice criado no Butão na década de 70, o conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB) invadiu o mundo corporativo. E não se engane: não estamos falar de “abraçar árvores” ou de um RH puramente romântico. Estamos a falar de estratégia.
Diretores e CEOs já entenderam que o lucro não se sustenta se a “taxa de felicidade” interna estiver em queda livre. Mas como transformar um sentimento tão subjetivo em gestão prática?
As 3 dimensões do FIB que você precisa monitorar
O FIB original possui 9 domínios. Trazendo para a realidade da sua empresa, destacamos três pilares essenciais que impactam diretamente o resultado do negócio e como a tecnologia da PRO ajuda a gerenciá-los.
1. Bem-estar Psicológico e Saúde Mental
Não existe colaborador produtivo se a mente estiver exausta. O FIB mede o nível de estresse e a prevalência de emoções positivas no ambiente.
PDI na prática: como transformar o planejamento de janeiro em ações reais agora
Janeiro foi o mês das definições. Você sentou com sua equipe, desenhou metas, alinhou expectativas e preencheu o Plano de Desenvolvimento Individual (PDI). O documento está lindo, salvo e assinado. Mas agora estamos em fevereiro, a rotina atropelou a agenda e a pergunta que fica é: o desenvolvimento está acontecendo ou o plano já foi para a gaveta?
O maior inimigo do crescimento profissional não é a falta de planejamento, é a falha na execução. É muito comum o colaborador saber o que precisa melhorar, mas travar no como fazer isso.
É hora de tirar o PDI do papel. E a PRO Digital HR tem a ponte exata entre a meta e a realização.
O abismo entre “preciso melhorar” e “estou melhorando”
Imagine que no PDI de um colaborador ficou definido que ele precisa “melhorar a comunicação assertiva”. Se a empresa não oferecer ferramentas, ele ficará perdido. Ele deve ler um livro? Fazer um curso? Assistir a uma palestra?
Sem direcionamento, a ação se perde. O RH estratégico não apenas cobra evolução, ele entrega o mapa do tesouro.
Nossa biblioteca: o acelerador de resultados
Um dos grandes diferenciais da PRO é que não entregamos apenas o software vazio.
Adequação à NR-01: o prazo de maio está chegando e sua empresa precisa estar pronta
Quando falamos em Normas Regulamentadoras (NRs), é comum que o RH pense que isso é responsabilidade exclusiva da equipe de Segurança do Trabalho. Porém, as recentes atualizações da NR-01, conectadas às exigências da Lei 14.457/22, colocaram o RH no centro da operação.
Com o prazo de adequação para ciclos de treinamentos e implementação de medidas batendo à porta em maio, muitas empresas ainda estão expostas a multas e passivos trabalhistas. A grande mudança? O foco agora não é apenas no risco físico (acidentes), mas também nos riscos psicossociais, incluindo a obrigatoriedade do combate ao assédio sexual e outras formas de violência no trabalho.
Sua empresa está preparada ou você ainda está gerindo esses riscos em planilhas soltas? Veja como a tecnologia da PRO simplifica essa adequação.
O que mudou e por que o RH deve se preocupar?
A nova redação da NR-01 exige que o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) contemple perigos externos e internos que afetem a saúde mental e a integridade do colaborador.
Na prática, isso torna obrigatório:
- A inclusão de regras de conduta sobre assédio.
- A realização de treinamentos periódicos (no mínimo anuais) sobre violência,