Fala-se muito sobre falta de habilidades técnicas ou falhas de planejamento, mas existe um sabotador silencioso que derruba até as equipes mais talentosas: o ego. Quando a vaidade individual se sobrepõe ao objetivo coletivo, a alta performance se torna impossível.
No ambiente corporativo, o ego se manifesta na resistência em ouvir, na dificuldade em aceitar erros e na centralização de decisões. Mas como o RH pode atuar contra um comportamento tão humano e subjetivo? A resposta pode estar na transparência dos processos e na cultura de dados.
Onde o ego se esconde (e causa estragos)
O ego adora a subjetividade. Aquele chefe que promove alguém “porque sentiu firmeza” ou que recusa uma ideia nova “porque sempre fizemos assim” está, muitas vezes, operando pelo ego, e não pela razão.
Isso gera um ambiente de insegurança, onde a equipe tem medo de inovar ou de apontar falhas. O resultado? O clima organizacional despenca e os talentos vão embora.
Dados: o antídoto contra o “eu acho”
A melhor forma de desarmar o ego é trazer fatos para a mesa. É difícil brigar com números e registros claros.
Aqui entra a importância de uma plataforma como a PRO. Quando a empresa utiliza o módulo de Avaliação de desempenho, a discussão sobre performance deixa de ser sobre “quem o chefe gosta mais” e passa a ser sobre entregas, competências e resultados mensuráveis.
A tecnologia democratiza a informação. Com decisões baseadas em dados — um dos pilares da PRO — a gestão se torna mais justa e menos focada na figura do líder centralizador.
A cultura do feedback contínuo
O ego tem pavor de críticas. Porém, em uma cultura de alta performance, o feedback é o café da manhã dos campeões.
Para combater a vaidade, é preciso normalizar o erro e a correção. Ferramentas de Feedback e rotinas de 1o1 são essenciais para transformar o ato de “julgar” em ato de “desenvolver”. Quando o feedback é registrado, constante e via de mão dupla (líder também ouve!), o ego é forçado a dar lugar à humildade e ao aprendizado.
Além disso, canais como a Ouvidoria e pesquisas de Gestão de clima garantem que a voz da equipe seja ouvida, impedindo que visões distorcidas da realidade prevaleçam.
Desenvolvimento de lideranças servidoras
Ninguém nasce sabendo liderar sem ego. É preciso treino. O RH estratégico usa ferramentas de Carreira e Sucessão para identificar não apenas quem entrega números, mas quem tem a maturidade comportamental para gerir pessoas.
Utilizar nossa biblioteca de competências e planos de PDI ajuda a moldar líderes que entendem que sua função é servir ao time, e não o contrário.
Menos vaidade, mais resultados
Uma plataforma digital de RH não serve apenas para organizar burocracias. Ela serve para criar uma cultura de transparência.
Quando os processos são claros, as metas são visíveis (módulo Metas e Objetivos) e o reconhecimento é público (módulo News e Reconhecimento), sobra pouco espaço para o ego crescer. O foco volta para o que realmente importa: o desenvolvimento das pessoas e o sucesso do negócio.