Ranking do mês de agosto

30 de agosto de 2024

Ouvidoria não é só para problemas: como usar a escuta para inovar

Quando você ouve a palavra “Ouvidoria”, o que vem à mente? Para a maioria dos gestores e colaboradores, a palavra remete a problemas graves: assédio, fraude, conduta antiética. E, de fato, a função primordial desse canal é proteger a integridade da empresa e das pessoas.

Porém, limitar a Ouvidoria apenas a “más notícias” é desperdiçar uma das ferramentas mais estratégicas que o RH tem nas mãos.

Em 2026, a Ouvidoria deve evoluir para ser um canal de inteligência. É o lugar onde a empresa cala para ouvir quem realmente entende da operação: o colaborador. Vamos descobrir como transformar esse canal em uma fonte de inovação com a plataforma PRO.

A evolução da “caixinha de sugestões”

Lembra daquela antiga caixa de acrílico na recepção, cheia de poeira, onde ninguém colocava nada? Ela morreu. Mas a necessidade de sugerir melhorias continua viva.

O colaborador que está no chão de fábrica ou atendendo o cliente sabe exatamente onde o processo trava. Ele sabe qual software é lento, qual formulário é inútil e como economizar recursos. Mas, muitas vezes, ele não tem coragem de falar isso para o chefe imediato.

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Etarismo e diversidade geracional: sua empresa está desperdiçando a experiência?

Olhe para a sua equipa hoje. Vê apenas jovens recém-graduados ou existe uma mistura saudável de cabelos coloridos e cabelos brancos? O Brasil está a envelhecer, e a pirâmide etária está a inverter-se. No entanto, muitas empresas ainda operam com um prazo de validade invisível para os seus talentos, descartando profissionais acima de 50 anos.

O etarismo (preconceito contra a idade) é um erro silencioso que drena o capital intelectual das organizações. Enquanto o mercado procura desesperadamente por soft skills como resiliência, inteligência emocional e gestão de crise, muitas vezes ignora quem tem isso de sobra: a geração prateada.

Como o RH pode usar a tecnologia para combater esse viés e integrar gerações?

Mapeie a experiência antes que ela saia

Muitas empresas demitem funcionários seniores caros para contratar dois juniores, achando que estão a economizar. Meses depois, percebem que o conhecimento tácito (aquele que não está escrito nos manuais) foi embora, e os erros operacionais aumentam.

Utilize o módulo de Carreira e Sucessão da PRO para identificar quem são os seus talentos 50+. Onde eles estão? Que posições-chave ocupam? Quem eles podem treinar antes de se reformarem?

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A arte de demitir bem: por que o “adeus” é tão importante quanto o “olá”?

Geralmente, o RH gasta muita energia e recursos para atrair e integrar novos talentos (Onboarding). Há festas, kits de boas-vindas e treinamentos. Mas e quando o ciclo se encerra? Seja por pedido do colaborador ou decisão da empresa, o momento do desligamento costuma ser tratado com frieza, burocracia e pressa.

Esse é um erro estratégico grave. A forma como uma pessoa sai da sua empresa diz mais sobre sua cultura do que a forma como ela entra. O “ex-funcionário” de hoje é o embaixador da sua marca (ou o detrator dela) amanhã.

Para garantir que o adeus seja digno, seguro e organizado, o processo de Offboarding precisa ser tão estruturado quanto a contratação.

Protegendo a marca empregadora

Vivemos na era do Glassdoor e do LinkedIn. Um profissional que se sente desrespeitado ou descartado durante a demissão não hesitará em compartilhar sua experiência negativa online. Isso afasta futuros talentos e mancha a reputação da companhia.

Por outro lado, um desligamento humanizado gera gratidão. Ao usar o módulo de Offboarding da PRO, você garante que todas as etapas sejam cumpridas com transparência, demonstrando respeito pela história daquela pessoa na organização até o último minuto.

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Liderança feminina e equidade: por que começar a planejar março agora?

Fevereiro está passando rápido e, logo ali na frente, temos o 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Todos os anos, vemos o mesmo cenário: empresas correndo na última hora para comprar brindes simbólicos ou postar homenagens nas redes sociais.

Não há nada de errado em celebrar. Porém, em 2026, o mercado e as próprias colaboradoras esperam mais do que simbolismo. Elas esperam coerência.

Para que o Mês da Mulher seja realmente impactante na sua organização, o trabalho de base precisa começar agora. E a melhor forma de fazer isso é trocando o “achismo” pelos dados.

O diagnóstico vem antes da ação

Antes de lançar uma campanha sobre “Empoderamento”, que tal olhar para dentro? A plataforma PRO permite que você faça um raio-X da situação atual das mulheres na sua empresa.

Utilizando o módulo de Carreira e Sucessão, analise o seu organograma. Onde estão as mulheres? Elas ocupam 50% da força de trabalho, mas apenas 10% dos cargos de diretoria? Elas estão concentradas apenas em áreas administrativas e RH, ou também estão na Tecnologia e Operações?

Sem esse diagnóstico frio e baseado em números, qualquer ação de março pode soar superficial.

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Felicidade Interna Bruta (FIB): a sigla que saiu do Butão para as reuniões de diretoria

Durante décadas, o sucesso de um país — e de uma empresa — foi medido apenas pelo PIB (Produto Interno Bruto) ou pelo Lucro Líquido. Números frios, que mostravam quanto dinheiro foi gerado, mas escondiam a que custo humano isso aconteceu.

Isso mudou. Inspirado pelo índice criado no Butão na década de 70, o conceito de Felicidade Interna Bruta (FIB) invadiu o mundo corporativo. E não se engane: não estamos falar de “abraçar árvores” ou de um RH puramente romântico. Estamos a falar de estratégia.

Diretores e CEOs já entenderam que o lucro não se sustenta se a “taxa de felicidade” interna estiver em queda livre. Mas como transformar um sentimento tão subjetivo em gestão prática?

As 3 dimensões do FIB que você precisa monitorar

O FIB original possui 9 domínios. Trazendo para a realidade da sua empresa, destacamos três pilares essenciais que impactam diretamente o resultado do negócio e como a tecnologia da PRO ajuda a gerenciá-los.

1. Bem-estar Psicológico e Saúde Mental

Não existe colaborador produtivo se a mente estiver exausta. O FIB mede o nível de estresse e a prevalência de emoções positivas no ambiente.

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PDI na prática: como transformar o planejamento de janeiro em ações reais agora

Janeiro foi o mês das definições. Você sentou com sua equipe, desenhou metas, alinhou expectativas e preencheu o Plano de Desenvolvimento Individual (PDI). O documento está lindo, salvo e assinado. Mas agora estamos em fevereiro, a rotina atropelou a agenda e a pergunta que fica é: o desenvolvimento está acontecendo ou o plano já foi para a gaveta?

O maior inimigo do crescimento profissional não é a falta de planejamento, é a falha na execução. É muito comum o colaborador saber o que precisa melhorar, mas travar no como fazer isso.

É hora de tirar o PDI do papel. E a PRO Digital HR tem a ponte exata entre a meta e a realização.

O abismo entre “preciso melhorar” e “estou melhorando”

Imagine que no PDI de um colaborador ficou definido que ele precisa “melhorar a comunicação assertiva”. Se a empresa não oferecer ferramentas, ele ficará perdido. Ele deve ler um livro? Fazer um curso? Assistir a uma palestra?

Sem direcionamento, a ação se perde. O RH estratégico não apenas cobra evolução, ele entrega o mapa do tesouro.

Nossa biblioteca: o acelerador de resultados

Um dos grandes diferenciais da PRO é que não entregamos apenas o software vazio.

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Adequação à NR-01: o prazo de maio está chegando e sua empresa precisa estar pronta

Quando falamos em Normas Regulamentadoras (NRs), é comum que o RH pense que isso é responsabilidade exclusiva da equipe de Segurança do Trabalho. Porém, as recentes atualizações da NR-01, conectadas às exigências da Lei 14.457/22, colocaram o RH no centro da operação.

Com o prazo de adequação para ciclos de treinamentos e implementação de medidas batendo à porta em maio, muitas empresas ainda estão expostas a multas e passivos trabalhistas. A grande mudança? O foco agora não é apenas no risco físico (acidentes), mas também nos riscos psicossociais, incluindo a obrigatoriedade do combate ao assédio sexual e outras formas de violência no trabalho.

Sua empresa está preparada ou você ainda está gerindo esses riscos em planilhas soltas? Veja como a tecnologia da PRO simplifica essa adequação.

O que mudou e por que o RH deve se preocupar?

A nova redação da NR-01 exige que o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) contemple perigos externos e internos que afetem a saúde mental e a integridade do colaborador.

Na prática, isso torna obrigatório:

  1. A inclusão de regras de conduta sobre assédio.
  2. A realização de treinamentos periódicos (no mínimo anuais) sobre violência,
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Carnaval na empresa: um guia de sobrevivência para o RH estratégico

Fevereiro chegou e, com ele, o som dos tamborins já começa a ecoar nos corredores (e nos grupos de WhatsApp) da empresa. O Carnaval é uma das festas mais esperadas pelos brasileiros, mas para o setor de Recursos Humanos, ele pode trazer uma “ressaca” antecipada se não for bem gerenciado.

Entre dúvidas sobre folgas, decorações e festas corporativas, existe um ponto crucial que não pode ser ignorado: o comportamento. Como garantir que a diversão não ultrapasse os limites do respeito?

Preparamos um guia rápido para você usar a plataforma PRO e passar por esse período com alegria e, acima de tudo, segurança.

Alinhe a logística antes da festa começar

A primeira dor de cabeça do Carnaval é sempre a mesma: “É feriado ou ponto facultativo?”. A falta de clareza gera rádio peão e desmotivação.

Não deixe para avisar na última hora. Utilize o módulo de News e Reconhecimento da PRO para publicar um comunicado oficial claro e objetivo. Informe os dias de folga, como funcionará o banco de horas (se houver) e as escalas de plantão. Quando a informação está centralizada na plataforma e chega para todos ao mesmo tempo,

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Onboarding digital: a primeira impressão é a que fica (e engaja)

Você gastou horas triando currículos, entrevistando e negociando propostas. O candidato ideal aceitou. Ele começa na próxima segunda-feira. A pergunta é: ele vai encontrar uma empresa organizada e acolhedora ou uma pilha de burocracia e uma mesa vazia?

O início do ano é a alta temporada de contratações, mas também é o período onde ocorre o maior índice de turnover precoce. Colaboradores que não se sentem integrados nos primeiros 90 dias têm 3x mais chances de pedir demissão.

Para evitar que seu talento entre por uma porta e saia pela outra, o segredo é um Onboarding estruturado e, preferencialmente, digital.

Acabe com a “Sindrome do Novato Perdido”

Não há nada pior do que chegar no primeiro dia e não saber onde estão as informações. “Qual a senha do Wi-Fi?”, “Onde vejo meu benefício?”, “Qual a missão da empresa?”.

Com a plataforma PRO, você elimina essa ansiedade. O módulo de Gestão de conteúdo permite que você crie uma trilha de boas-vindas. Antes mesmo de começar a trabalhar, o novo colaborador pode acessar o Código de Cultura, manuais de conduta e vídeos institucionais. Quando ele senta na cadeira,

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