Liderança tóxica x Dados reais: como proteger o seu ativo mais valioso
A saúde mental no trabalho consolidou-se como uma das maiores prioridades corporativas e um dos temas mais buscados por profissionais de RH. Sabemos que o esgotamento profissional não é mais um tabu, mas sim um risco ocupacional grave. No entanto, há uma verdade dura que muitas empresas ainda relutam em enfrentar: na grande maioria das vezes, a causa número um do adoecimento não é o excesso de tarefas, mas sim uma liderança tóxica.
O ditado de que “as pessoas não pedem demissão da empresa, elas pedem demissão do chefe” nunca foi tão atual. Gestores que lideram através do medo, do microgerenciamento ou da agressividade silenciosa destroem o engajamento de qualquer time. O grande problema é que o RH muitas vezes só descobre que um gestor tem esse perfil quando a equipe inteira já pediu as contas ou, pior, quando a empresa recebe um processo trabalhista. Como mudar esse cenário e agir preventivamente?
O alto custo da gestão baseada em intuição
Liderar no escuro é perigoso. Quando a gestão de pessoas se baseia apenas no que o líder relata sobre a própria equipe, o RH tem uma visão completamente distorcida da realidade.