Ranking do mês de agosto

30 de agosto de 2024

PDI no início do ano: por que não deixar para depois?

Janeiro é, oficialmente, o mês das listas. Lista de resoluções pessoais, matrícula na academia, planejamento de viagens, organização financeira. Existe uma energia coletiva de “recomeço” e vontade de fazer diferente. Então, por que muitas empresas esperam até o meio do ano para falar sobre desenvolvimento de carreira com seus colaboradores?

No RH estratégico, o timing é tudo. Esperar o ciclo tradicional de avaliação de desempenho para só então desenhar o Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) pode significar perder o momento de maior motivação intrínseca do seu time.

Aproveite a onda da renovação

Quando um colaborador volta das férias ou inicia o ano fiscal, ele geralmente está se perguntando: “Para onde vou agora?”. Se a empresa não oferece uma resposta ou um caminho claro, essa energia pode se transformar em ansiedade ou busca por oportunidades no mercado.

Iniciar a construção do PDI agora demonstra que a organização está comprometida com o futuro do profissional desde o primeiro dia. Isso gera engajamento e alinha as expectativas pessoais com os objetivos do negócio para 2026.

PDI não é apenas uma lista de desejos

Para funcionar, o desenvolvimento precisa de estrutura. Um erro comum é tratar o PDI apenas como um pedido de cursos ou treinamentos.

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Janeiro Branco: a saúde mental como pilar estratégico para 2026

Por que janeiro? Porque é no início do ano que olhamos para a folha em branco do calendário e projetamos nossos desejos. O movimento Janeiro Branco nasceu para nos lembrar que, entre metas financeiras e profissionais, a saúde mental precisa ser a prioridade número um.

Para o RH, essa campanha vai além de palestras ou fitinhas na lapela. Trata-se de criar, intencionalmente, um ambiente onde as pessoas não adoeçam pelo trabalho. Em 2026, empresas que não cuidam da mente de seus colaboradores verão seus melhores talentos irem embora.

Como a PRO Digital HR pode apoiar sua empresa a transformar esse cuidado em processos reais?

O primeiro passo é ouvir (de verdade)

Muitas vezes, o sofrimento mental no trabalho é silencioso. O colaborador sorri na reunião, mas está esgotado por dentro. Para quebrar esse silêncio, a empresa precisa oferecer canais seguros.

Com o módulo de Ouvidoria da PRO, você oferece um espaço confidencial e seguro para que os colaboradores relatem situações de assédio, discriminação ou ambientes tóxicos. Garantir essa escuta ativa é a base da segurança psicológica. Sem segurança, não há saúde mental.

Meça a temperatura antes da febre subir

Você sabe quais departamentos estão mais estressados hoje?

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Engajamento pós-férias: combatendo a desmotivação de janeiro e reaquecendo os motores

O ano virou, as festas passaram e, para muitos colaboradores, o retorno ao escritório (ou ao home office) em janeiro vem acompanhado de uma sensação agridoce. É o famoso “ritmo de férias” colidindo com as metas anuais. Para o RH, esse momento traz um desafio claro: como transformar a inércia inicial em energia produtiva sem sobrecarregar o time logo na largada?

Se a sua empresa sente que o clima esfriou ou que a equipe está demorando a “pegar no tranco”, saiba que isso é natural. Porém, com as estratégias certas e o apoio da tecnologia, é possível reverter esse cenário rapidamente.

O fenômeno da “depressão pós-férias” corporativa

Não é apenas preguiça. Psicólogos organizacionais apontam que a quebra de rotina drástica das festas de fim de ano exige um período de readaptação. Quando o colaborador volta e encontra processos estagnados ou falta de clareza sobre o futuro, o engajamento despenca.

A chave para virar esse jogo está em três pilares: comunicação, escuta ativa e reconhecimento.

Reative a conexão com news e reconhecimento

O silêncio é o pior inimigo do engajamento em janeiro. A equipe precisa saber que a empresa está ativa e cheia de planos.

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Gestão de Clima Organizacional: o que considerar antes de escolher a sua plataforma?

Você já parou para pensar que o “clima” da sua empresa é tão vital quanto o fluxo de caixa? Um ambiente saudável retém talentos, impulsiona a produtividade e reduz o turnover. Mas, na hora de escolher a ferramenta para gerenciar isso, surgem muitas dúvidas.

Analisamos as perguntas mais frequentes que gestores brasileiros fazem na internet sobre Gestão de Clima. Se você está procurando uma solução que vá além de pesquisas simples e realmente transforme sua cultura, este artigo vai te dar o mapa da mina.

1. Dados em tempo real e dashboards intuitivos: o fim das planilhas estáticas

Uma das maiores buscas no Google é: “Quais plataformas disponibilizam dashboards interativos?” e “Onde encontrar relatórios detalhados e fáceis de entender?”.

Isso acontece porque o RH não tem mais tempo para tabular dados manualmente. A gestão de clima precisa ser ágil. A ferramenta ideal deve oferecer monitoramento em tempo real. Você precisa bater o olho no painel e entender se o engajamento caiu em um departamento específico ou se a satisfação subiu após uma ação de endomarketing.

Como a PRO faz: Nossa plataforma entrega dashboards visuais e intuitivos.

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O ciclo da performance: como transformar o fechamento do ano no trampolim para 2026

2025 está acabando: O seu RH está apenas fechando portas ou construindo pontes para 2026?

Dezembro chegou! Para nós, profissionais de RH, esse mês tem um sabor agridoce. É uma mistura da sensação de “dever cumprido” com a correria para fechar relatórios, organizar as festas de final de ano e garantir que tudo esteja pronto para o calendário virar.

Mas, aqui na PRO, gostamos de ver este momento de outra forma. O final de ano não é apenas uma linha de chegada; é o momento perfeito para consolidar aprendizados e ajustar a rota.

Se você quer começar o próximo ano com um RH verdadeiramente estratégico, o segredo está em como você conduz este fechamento de ciclo. Vamos conversar sobre como transformar dados em plano de ação?

1. Olhar para trás com Inteligência (Avaliação e Feedback)

Antes de estourar o champanhe, precisamos entender o que aconteceu. E não estamos falando apenas de números financeiros. Como foi a performance das pessoas?

Muitas empresas falham ao deixar os resultados da Avaliação de Desempenho guardados em gavetas (ou em planilhas esquecidas).

Com a plataforma PRO, esse é o momento de usar os dados a seu favor.

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O novo gargalo da transformação digital: por que só 16% dos líderes estão realmente usando a IA?

Se abrirmos o LinkedIn hoje, teremos a impressão de que todas as empresas do mundo já estão operando no piloto automático com Inteligência Artificial. A narrativa é de uma revolução completa e imediata.

Mas, quando olhamos para os dados, a realidade é bem diferente.

Um levantamento recente (realizado pela Afferolab*)* aponta um dado alarmante: apenas 16% dos líderes já criaram seus próprios agentes de IA.

Isso revela um cenário curioso: temos a tecnologia mais poderosa da história nas mãos, mas a grande maioria dos gestores ainda está na arquibancada, assistindo ao jogo em vez de entrar em campo. Por que isso está acontecendo? E, mais importante, o que o RH Estratégico tem a ver com isso?

A Armadilha da “Espectatoriedade”

O baixo número de adoção real (não apenas usar o ChatGPT para escrever um e-mail, mas criar agentes que automatizam fluxos) expõe o novo gargalo da transformação digital: o fator humano.

Muitas empresas compraram as ferramentas, mas não atualizaram o mindset de quem as opera. Os líderes ainda esperam que a “área de TI” venha e instale a inovação em seus computadores.

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Gestão de Metas e Objetivos: o caminho para um RH Estratégico e conectado

Você já sentiu que, muitas vezes, a estratégia da empresa e o dia a dia dos colaboradores parecem caminhar em estradas separadas? Se a resposta for sim, você não está sozinho. Uma das maiores dores do RH moderno e das lideranças é justamente fazer essa conexão acontecer de forma fluida.

Hoje, vamos conversar sobre como a tecnologia certa pode transformar a gestão de metas, saindo das planilhas complexas para uma cultura de resultados reais e engajamento. Se você está se perguntando onde encontrar soluções para alinhar objetivos estratégicos e monitorar o sucesso em tempo real, este artigo é para você!

Por que integrar Metas Individuais e Corporativas?

A primeira pergunta que muitos gestores fazem é: “Quais plataformas oferecem gestão integrada de metas?” ou “Onde encontrar serviços que integram o individual ao corporativo?”.

A resposta vai além do nome de um software; está na filosofia da ferramenta. Uma gestão eficiente precisa do que chamamos de “efeito cascata” (ou cascading). Isso significa que os objetivos macro da empresa devem se desdobrar em metas de equipe e, finalmente, em metas individuais.

Quando um colaborador entende como o trabalho dele impacta o resultado final da organização,

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📋 Checklist do Líder Ambidestro: 5 rituais para equilibrar resultado e cuidado

(Você pode baixar este checklist ao final da postagem);
O desafio: Como bater as metas da semana sem esquecer de desenvolver as pessoas que vão bater as metas do ano que vem?

A solução: Uma rotina organizada apoiada pela tecnologia.

Use este checklist semanal para garantir que você está exercitando os dois lados da sua liderança: a Exploração (entrega/hoje) e a Experimentação (pessoas/amanhã).

☐ 1. O Alinhamento de Foco (Segunda-feira)

Foco: Resultado (Exploração)

Comece a semana garantindo que todos sabem para onde remar. Não deixe a equipe perder tempo com tarefas que não impactam o resultado final.

  • Ação: Revise o progresso das metas macro da equipe. Existem bloqueios? O que precisa ser entregue até sexta?
  • 🚀 Na Prática com a PRO: Acesse o módulo de Metas e Objetivos. Atualize os status e faça comentários visíveis para o time, garantindo que o dashboard de resultados seja a “bússola” da semana.

☐ 2. A Hora Sagrada da Escuta (Terça/Quarta)

Foco: Cuidado (Experimentação)

Reserve tempo para o individual. O maior erro do líder remoto é só falar com o liderado quando precisa cobrar algo.

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Liderança ambdestra: como equilibrar resultado e cuidado na gestão de times híbridos

Se você lidera uma equipe hoje, provavelmente se sente em uma posição de “sanduíche”. De um lado, a diretoria pressiona por metas agressivas e eficiência operacional. Do outro, sua equipe demanda atenção, desenvolvimento de carreira e saúde mental. E no meio disso tudo? O RH pedindo o cumprimento de prazos e processos.

Essa pressão, somada à complexidade do trabalho híbrido — onde nem sempre estamos vendo o que o time está fazendo —, cria a tempestade perfeita para o burnout da liderança.

Mas e se eu te dissesse que o segredo não é trabalhar mais, e sim desenvolver uma nova competência? Estamos falando da Liderança Ambidestra.

O que é ser um Líder Ambidestro?

Não, não tem a ver com escrever com as duas mãos. No contexto corporativo, a ambidestria é a capacidade de equilibrar dois pratos vitais simultaneamente:

  1. Exploração (Efficiency): Foco na entrega, no “hoje”, na meta batida, na execução impecável.
  2. Experimentação (Innovation & Care): Foco no “amanhã”, no desenvolvimento das pessoas, na inovação e na escuta ativa.

O problema é que, na correria, o “hoje” quase sempre engole o “amanhã”.

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