O fim do offboarding traumático: demissões estratégicas e marca empregadora
Você já notou como o momento de saída de um colaborador costuma ser tratado com silêncio e desconforto nas empresas? Durante muito tempo, as demissões ou os pedidos de demissão foram vistos apenas como o rompimento de um contrato. No entanto, é curioso observar que a forma como uma empresa se despede de um profissional diz muito mais sobre a sua cultura do que a forma como ela o recebe.
O Offboarding não precisa e nem deve ser um processo traumático. Quando conduzido com empatia e inteligência, o desligamento se transforma em uma das etapas mais estratégicas da jornada do colaborador, gerando insights poderosos para a liderança.
O tabu da demissão e a jornada do colaborador
Investimos tanta energia e recursos no recrutamento e na integração de novos talentos, não é mesmo? Mas o ciclo de vida de um profissional dentro da organização precisa ter um começo, um meio e um fim muito bem estruturados.
Quando um talento decide sair, ou quando a empresa precisa fazer um corte, a maneira como o RH conduz os trâmites finais impacta diretamente os profissionais que ficam. Um processo humano, transparente e organizado demonstra respeito e reforça o sentimento de segurança da equipe,