Ranking do mês de agosto

30 de agosto de 2024

Escuta ativa no RH: como as pesquisas em formato Pulse transformam o clima organizacional

Você já tentou tomar uma decisão importante no RH com base em dados coletados há seis meses? No ritmo acelerado do mercado atual, esperar pela tradicional pesquisa anual para entender os sentimentos do time pode significar agir tarde demais. Quando o assunto é a percepção dos colaboradores, o tempo é um fator determinante.

É exatamente para responder a essa dinâmica rápida que a escuta ativa se consolida como uma ferramenta indispensável no RH estratégico. Ouvir de forma contínua, estruturada e empática permite identificar ruídos, alinhar expectativas e promover um ambiente saudável e motivador.

Neste artigo, vamos explorar como a aplicação de uma pesquisa Pulse ajuda a acompanhar a temperatura do clima organizacional em tempo real, gerando insights valiosos para fortalecer o engajamento no trabalho.

O que é escuta ativa e por que ela é essencial para o RH

A escuta ativa vai muito além de disponibilizar um canal de comunicação; trata-se de criar um ambiente genuíno de abertura, onde o colaborador sente que sua opinião é ouvida, respeitada e, acima de tudo, levada em consideração na tomada de decisões.

Quando a empresa adota uma postura de escuta constante,

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A avaliação semestral passou. E agora? O poder do feedback contínuo

As avaliações semestrais de junho e julho ficaram para trás. Foi um período intenso de coleta de dados, análise de entregas e mapeamento de competências, não é mesmo? No entanto, surge a grande questão que muitos RSHs e líderes se fazem: o que acontece agora que o ciclo oficial terminou?

Muitas organizações cometem o erro de “arquivar” os resultados até o próximo ciclo no ano seguinte. Mas a verdadeira gestão de talentos acontece no intervalo entre uma avaliação e outra. Para que as metas traçadas não fiquem apenas no papel, é indispensável cultivar uma prática viva e presente no dia a dia do time.

Neste artigo, vamos mostrar como o feedback contínuo é a chave para dar vida às conclusões da avaliação de desempenho, fortalecendo o engajamento e a evolução constante dos colaboradores.

Por que o encerramento do ciclo de avaliação não deve ser o fim do diálogo

O ciclo semestral é essencial para oferecer um diagnóstico robusto sobre a performance e o comportamento dos profissionais. Contudo, esperar seis meses para alinhar rotas ou reconhecer um bom trabalho pode custar caro para a produtividade e o clima organizacional.

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Paternidade ativa e o mercado de trabalho: como o RH pode apoiar essa jornada

O mundo do trabalho está mudando e, com ele, o papel dos pais na criação dos filhos. A imagem do pai apenas como provedor financeiro tem dado lugar a uma nova realidade: a paternidade ativa. Mas você sabe como o RH pode ser um aliado poderoso nessa transformação, promovendo mais engajamento de colaboradores e uma experiência do colaborador incrível?

Se você está buscando construir um RH estratégico, a resposta pode estar em ferramentas práticas e numa plataforma de RH completa. Afinal, cuidar das pessoas é o que impulsiona os resultados!

Neste artigo, vamos explorar como a sua empresa pode abraçar essa causa e, de quebra, descobrir como os módulos da PRO podem te ajudar nessa missão!

O que é paternidade ativa e por que o RH deve se importar?

A paternidade ativa vai muito além de “ajudar em casa” ou brincar nos finais de semana. Trata-se da presença consciente, do cuidado diário e da divisão justa das responsabilidades com os filhos e a casa.

E por que isso é assunto para o RH? A resposta é simples: profissionais que conseguem equilibrar a vida pessoal e profissional de forma saudável são mais felizes,

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Agosto sem feriados: como manter o time focado e motivado em meses longos

Ah, agosto! O mês que, para muitos, parece não ter fim. Sem feriados prolongados para dar aquele respiro, a sensação de “mês longo” é comum no ambiente corporativo. Mas, e se te dissermos que agosto pode ser o período perfeito para impulsionar a produtividade no trabalho e alcançar resultados incríveis?

Com a estratégia certa, esse mês contínuo pode ser transformado em um período de grande foco e realização. A chave está em uma liderança estratégica que compreende os desafios e utiliza as ferramentas adequadas para manter o time engajado e alinhado.

Neste artigo, vamos explorar como transformar agosto em um mês de alta performance, utilizando práticas de gestão eficazes e, claro, o apoio da tecnologia.

O desafio do “mês sem fim” e a importância do foco

A ausência de pausas naturais em agosto pode gerar um desgaste na equipe, diminuindo a motivação e impactando a produtividade no trabalho. É o famoso “efeito agosto”, onde a energia inicial do segundo semestre começa a dar lugar ao cansaço.

Para combater esse efeito, é fundamental que a liderança assuma um papel proativo. Uma liderança estratégica não apenas cobra resultados,

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Gestão por resultados no H2: o fim do microgerenciamento

O início do segundo semestre (H2) dita o ritmo da reta final do ano. Com os prazos encurtando e as grandes entregas se aproximando, é comum que a ansiedade tome conta da liderança. Diante da pressão, muitos gestores cometem o erro tático mais destrutivo para a motivação de uma equipe: o microgerenciamento. Quando o líder passa a cobrar horários, monitorar telas e exigir atualizações a cada hora, a mensagem que ele passa é a de total desconfiança.

Para garantir que a equipe atinja os números finais do ano sem destruir o clima interno, a transição para uma verdadeira gestão por resultados é inegociável. Liderar com eficiência significa focar no que é entregue, e não em como cada minuto do dia do colaborador foi gasto. Como o RH pode instrumentalizar essa mudança de cultura e garantir que os projetos avancem com fluidez?

O custo oculto do controle excessivo

Chefes que microgerenciam acreditam que estão garantindo o sucesso do projeto, mas, na verdade, estão estrangulando a produtividade. O colaborador que é vigiado o tempo todo perde a proatividade; ele para de pensar em soluções inovadoras e passa a agir apenas para agradar e prestar contas ao gestor.

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Além da intuição: como a biblioteca de assessment da PRO transforma suas decisões

A intuição humana é uma ferramenta poderosa, mas quando se trata de promover profissionais, reestruturar equipes ou solucionar conflitos internos, confiar apenas no “feeling” é um risco que a sua empresa não pode mais correr. Muitas organizações perdem tempo e dinheiro ao colocar talentos nas cadeiras erradas porque os seus processos de promoção e seleção são baseados em afinidade ou em percepções superficiais dos gestores.

Para que a gestão de pessoas deixe de ser subjetiva e assuma o seu verdadeiro papel como parceira de negócios, é preciso abraçar a tomada de decisão baseada em dados. Conhecer a fundo o modo como as suas pessoas pensam, reagem sob pressão e se comunicam é o que diferencia empresas que sofrem com alta rotatividade daquelas que dominam a retenção de talentos.

O risco do “achismo” corporativo

O erro mais clássico da falta de dados comportamentais é a famosa promoção equivocada: a empresa promove o seu melhor analista técnico para um cargo de liderança e, em poucos meses, ganha um péssimo chefe e perde um excelente executor.

Isso acontece porque as competências que fazem alguém brilhar tecnicamente não são as mesmas exigidas para gerenciar pessoas. Se o RH não avalia o perfil comportamental antes de realizar a movimentação,

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Sua plataforma tem a cara da sua empresa? A força do white label no employer branding

A adoção de novas tecnologias sempre levanta um desafio clássico para o RH: como garantir que a equipe realmente utilize o sistema contratado? Muitas empresas investem tempo e recursos em softwares robustos, mas esbarram na baixa adesão dos colaboradores. Um dos motivos mais silenciosos (e frequentemente ignorados) para essa rejeição é a quebra de identidade.

Quando o funcionário clica em um link e é direcionado para uma página com cores, logotipos e um design totalmente desconhecido, ele sente que está acessando uma ferramenta de terceiros, e não o ambiente da própria organização. É neste ponto que o conceito de white label deixa de ser apenas um detalhe estético e se torna uma alavanca poderosa para fortalecer o employer branding e transformar a experiência do colaborador.

O distanciamento do software genérico

A cultura organizacional é construída todos os dias, e a comunicação visual desempenha um papel fundamental nessa construção. Quando a sua empresa utiliza sistemas engessados e padronizados com a marca do fornecedor, ela perde a oportunidade de reforçar a própria identidade.

A marca empregadora enfraquece quando os pontos de contato digital do talento com o RH são frios e genéricos.

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Dia do Amigo e a cultura corporativa: o impacto de ter conexões reais no trabalho

No dia 20 de julho, celebramos o dia do amigo. Nas redes sociais, é o momento de trocar mensagens de carinho e compartilhar fotos de bons momentos. Mas, trazendo essa data para a realidade das empresas, você já parou para pensar no impacto financeiro e estratégico que a amizade tem na sua cultura corporativa?

Pode parecer um tema excessivamente “romântico” para uma reunião de diretoria, mas a ciência prova o contrário. Um dos estudos mais famosos da Gallup sobre clima organizacional revelou que profissionais que possuem um “melhor amigo” no trabalho são sete vezes mais propensos a estarem engajados em suas funções. Além disso, eles entregam trabalhos de maior qualidade, sofrem menos acidentes e inovam mais. Ter conexões reais no escritório não é apenas uma questão de bem-estar; é o maior pilar da retenção de talentos.

A solidão do talento moderno

Com a adoção massiva de modelos remotos e híbridos, o mundo do trabalho ganhou flexibilidade, mas perdeu grande parte da sua espontaneidade. Quando os colaboradores só se encontram em reuniões de vídeo pautadas por planilhas e urgências, o trabalho em equipe torna-se puramente transacional.

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Treinamento ou contratação? O papel do upskilling para bater as metas do ano

Com o início do segundo semestre, as metas definitivas do ano estão na mesa e os prazos começam a apertar. É neste momento que os gestores olham para as suas equipes e identificam lacunas técnicas: faltam profissionais que dominem uma nova ferramenta, que entendam de uma nova regulamentação ou que saibam operar um novo processo. A reação automática da maioria das lideranças é acionar o RH com um pedido urgente de recrutamento e seleção. Mas será que buscar fora é sempre a melhor (e mais rápida) solução?

O mercado de talentos está extremamente competitivo. Contratar do zero custa caro, leva tempo e carrega um risco altíssimo de falta de adaptação cultural. Enquanto a vaga fica aberta por meses prejudicando a operação, a verdadeira solução para bater as metas pode já estar sentada no seu escritório, precisando apenas de um bom programa de treinamento e desenvolvimento (T&D).

A armadilha de ignorar a prata da casa

Quando a empresa aposta exclusivamente em contratações externas para suprir gaps técnicos, ela transmite uma mensagem desanimadora para quem já veste a camisa: “não vale a pena crescer aqui”. É neste cenário que o conceito de upskilling (aprimoramento de habilidades na mesma área) e reskilling (requalificação para uma nova área) ganha força como a principal alavanca do desenvolvimento de pessoas.

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